Corpos Explícitos, Corpos Ocultos
LOCAL Pinacoteca do Ceará
ANO 2025
CURADORIA Agnaldo Farias e Adolfo Montejo Navas
PROJETO EXPOGRÁFICO Vão
COMUNICAÇÃO VISUAL Estudio Campo
CENOGRAFIA Poro Arquitetura
MONTAGEM FINA Hecho Produções
ILUMINAÇÃO Fernanda Carvalho Lighting Design
ARTISTAS 3Nós3; Adriana Tabalipa; Alex Flemming; Ana Vitória Mussi; André Parente; Anna Dantas; Anna Maria Maiolino; Arthur Omar; Berna Reale; Beth Moysés; Brígida Baltar; Caio Lescher; Celina Neves; Cildo Meireles; Cristina Salgado; Efrain Almeida; Eustáquio Neves; Fernanda Fernandes; Helena Martins-Costa; Hermeto Pascoal; Ismael Nery; Ivens Machado; José Damasceno; Julio Castro; Letícia Parente; Lucas Bambozzi e Giselle Beiguelman; Márcia X; Marcos Chaves; Maria Martins; Mario Cravo Neto; Mauro Espíndola; Miguel Rio Branco; Monica Piloni; Nelson Leirner; Odires Mlászho; Patrício Farías; Paulo Bruscky; Regina Silveira; Ricardo Basbaum; Rodrigo Braga; Sônia Andrade; Teatro da Vertigem com colaboração de Nuno Ramos e Eryk Rocha; Tunga; Vânia Mignone; Vera Chaves Barcellos; Victor Arruda; Walmor Corrêa;
FOTOGRAFIA Marília Camelo
A exposição "Corpos explícitos, corpos ocultos", em cartaz na Pinacoteca do Ceará com curadoria de Agnaldo Farias e Adolfo Montejo Navas, propõe uma profunda reflexão sobre o corpo humano na arte contemporânea. Reunindo 109 obras de 48 artistas de renome, a mostra transcende a simples representação física, abordando o corpo como um território complexo de identidades, políticas e tecnologias. Através de uma rica variedade de mídias — incluindo esculturas, instalações, fotografias e vídeos —, os curadores organizaram a mostra em eixos temáticos que guiam o espectador por narrativas que vão do íntimo e velado ao explicitamente político e social. A força da exposição reside em sua capacidade de provocar o público a repensar a corporalidade em suas múltiplas facetas. As obras exploram como o corpo é moldado, desafiado e ressignificado por contextos culturais e históricos, tornando-se um espelho das tensões da sociedade atual. Ao justapor o explícito e o oculto, a mostra ilumina o que é frequentemente marginalizado ou censurado, celebrando a diversidade e a vulnerabilidade da experiência humana. É um convite à imersão e ao diálogo, onde cada peça funciona como um catalisador para a discussão sobre o que significa habitar um corpo no mundo de hoje.







